Quando se ouve falar em Doença de Parkinson, é comum pensar-se em tremores. A realidade é que este não é o único sintoma e, efetivamente, existem outros sintomas que também afetam as atividades de vida diária.
Esta é a segunda doença neuro degenerativa mais comum nos idosos. Afeta 1 em 100 pessoas à volta dos 60 anos. No entanto, esta pode ser diagnosticada com 40 anos ou menos. Ocorre devido à redução de células da substância nigra, responsáveis pela produção de dopamina, um neurotransmissor envolvido no controlo dos movimentos assim como na aprendizagem, atenção, cognição, memória, entre outros. Assim, os portadores desta doença sofrem de perturbações nestas funções, sendo que os sintomas mais frequentes nesta doença são o tremor, a rigidez, a instabilidade postural e a bradicinésia.
Nas últimas décadas a DP tem sido investigada intensamente sem que a sua causa tenha sido ainda descoberta. Neste momento, a hipótese mais consensual é que a causa da DP não seja única, mas sim multifatorial, reunindo fatores genéticos e fatores tóxicos ambientais.
Embora não haja cura para a doença de Parkinson, existem tratamentos eficazes, cientificamente comprovados. Aqui, o essencial para o sucesso a combater esta doença é o tratamento precoce, logo após o diagnóstico. Os tratamentos, nesta fase, têm uma eficácia superior ao estágios mais avançados.
Conheça aqui os sintomas mais frequentes na doença de Parkinson.
