Como explicado no Post anterior, o tratamento farmacológico não é suficiente. O efeito obtido com a terapia medicamentosa torna-se menos eficaz com a progressão natural da doença, aumentando as dificuldades na funcionalidade e, consequentemente, uma maior necessidade de apoio por parte de outras terapias.
Assim, a Fisioterapia aparece como uma técnica adjuvante à terapia medicamentosa, uma vez que mesmo com uma boa resposta por parte do tratamento farmacológico a doença vai progredindo e os doentes notam uma deterioração progressiva das suas funções.
Desta forma, uma vez que as disfunções do movimento estão no centro da patologia de Parkinson, a Fisioterapia atua sobre os problemas da marcha, da postura, do equilíbrio e das transferências de posição, que normalmente não obtêm uma resposta muito eficaz por parte da medicação.
A Fisioterapia adquire um importante papel na reabilitação destes pacientes, cujo objetivo passa por minimizar e retardar a evolução dos sintomas, proporcionando uma melhor funcionalidade e consequente melhoria da qualidade de vida.
Esta, intervém em seis áreas específicas essenciais: as transferências, a postura, alcançar e agarrar, equilíbrio, marcha e capacidade física.
Dentro destas existem quatro recomendações no seu nível mais alto: a utilização da estratégia das pistas para melhorar a marcha, utilização de estratégias cognitivas de movimento para melhorar as transferências; exercícios para melhorar o equilíbrio e treino da mobilidade articular e força muscular para melhorar a capacidade física.
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