Doença de Parkinson | Prinovhelp http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/index.html Mais um site My Website Fri, 01 Feb 2019 09:47:54 +0000 pt-PT hourly 1 SitePad Obstipação Crónica na Doença de Parkinson http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/obstipacao-cronica-na-doenca-de-parkinson.html http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/obstipacao-cronica-na-doenca-de-parkinson/#respond Mon, 13 Aug 2018 10:49:11 +0000 http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/obstipacao-cronica-na-doenca-de-parkinson.html

Sofre de obstipação? Não é o único, na realidade é um sintoma comum na Doença de Parkinson.

Um dos sintomas não motores comuns aos portadores da Doença de Parkinson é a obstipação, representando uma grande limitação para os utentes. Esta depende de diversos factores, como a alimentação, stress, medicação e mudanças na rotina diária. Quando a frequência de evacuação é inferior a três vezes por semana durante vários meses, estamos perante a Obstipação Crónica.

E agora, como pode tratá-la? 

A massagem abdominal ajuda no alívio dos sintomas. Permite reduzir a necessidade de medicação laxante a longo prazo, ajuda a aliviar a flatulência, dores abdominais e/ou obstipação e torna menos provável o aparecimento de problemas de saúde associados.

Mas será esta a solução para a obstipação crónica?

Não! A Massagem Abdominal apresenta excelentes resultados quando associada a um estilo de vida activo e a uma alimentação cuidada.

Para obter os melhores resultados deverá:

Beber entre 1 a 1.5l de água diariamente
 Alimentação cuidada (comer bastante fibra, reduzir o consumo de carne vermelha e dos alimentos processados…)
 Ser activo (caminhar, correr, nadar ou algo semelhante, todos os dias)
 Manter uma rotina de evacuação (tentar ir à mesma hora todos os dias, sem pressas)
 Sentar-se correctamente na sanita
Diminuir os níveis de stress diários (procurar realizar tarefas que o satisfaçam, noites tranquilas…)

Em casos de grande limitação, os laxantes, associados aos factores em cima referidos, poderão ser uma opção. No entanto, deverá sempre consultar opinião médica para o efeito.

Procure os nossos profissionais para mais informações!

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Melhore a sua função cognitiva com exercício físico! http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/melhore-a-sua-funcao-cognitiva-com-exercicio-fisico.html http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/melhore-a-sua-funcao-cognitiva-com-exercicio-fisico/#respond Fri, 10 Aug 2018 09:20:02 +0000 http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/melhore-a-sua-funcao-cognitiva-com-exercicio-fisico.html

A doença de Parkinson além de sintomas motores apresenta variados sintomas não motores, sendo a demência um dos mais predominantes. Este sintoma preocupa tanto a pessoa afetada como os seus familiares, pelo impacto negativo que causa junto dos mesmos.

A boa notícia é que é possível preservar ou melhorar as funções cognitivas através do exercício físico em pessoas com Doença de Parkinson.

Uma revisão sistemática recente, elaborada com base em artigos científicos publicados nos últimos 10 anos, avaliou o efeito do exercício físico na função cognitiva em indivíduos com Parkinson. Verificou-se que, em geral, os programas de exercício físico promovem a preservação e/ou a melhoria da função cognitiva em indivíduos com Doença de Parkinson.

treino na passadeira, o treino cognitivo combinado com fortalecimento e alongamentos e a dança foram as abordagens do exercício físico que obtiveram melhores resultados na função cognitiva global, nomeadamente, na velocidade de processamento, na atenção sustentada e na flexibilidade mental.Salienta-se que estas sessões de exercícios foram realizadas pelo menos duas a três vezes por semana durante 40 a 90 minutos em cada sessão e num período mínimo de 24 meses.

Com estas evidências, reafirmamos a importância da prática de exercício físico especializado para todas as pessoas com Doença de Parkinson!

Para mais informações, fale connosco. Teremos todo o gosto em ajudá-lo!

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Neurofisioterapia – especializada em Doença de Parkinson http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/ja-ouviu-falar-em-neurofisioterapia.html http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/ja-ouviu-falar-em-neurofisioterapia/#respond Fri, 03 Aug 2018 11:09:57 +0000 http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/ja-ouviu-falar-em-neurofisioterapia.html

Neurofisioterapia? Possivelmente, ainda não ouviu falar. Esta é uma área da fisioterapia pouco conhecida. Mas, afinal em que é que consiste e a quem se destina?

neurofisioterapia, também conhecida como fisioterapia neurológica é a área da fisioterapia que se dedica ao estudo, avaliação e reabilitação de pessoas com patologias e/ou lesões neurológicas. Esta ciência procura reabilitar os doentes não só do ponto de vista funcional (equilíbrio, quedas, coordenação, marcha, postura, escrita, dor, entre outros) como também da qualidade de vida, interacção/participação social, actuando também ao nível da atenção, memória associativa, fluência do raciocínio e bem-estar mental destas pessoas.

A Neurofisioterapia trabalha a prevenção de complicações da doença neurológica que mais tarde irão surgir, permitindo reduzir o ritmo de progressão da doença e conservar a autonomia do doente durante mais tempo, melhorando a sua qualidade de vida a curto, médio e longo prazo.

Um aspeto importante desta intervenção, centra-se na preocupação não só em termos do tratamento físico mas, também, no tratamento focado nas tarefas cerebrais responsáveis pelo próprio movimento. Isto é, mais do que conhecer a progressão da doença em termos do que se revela fisicamente, é crucial conhecer o porquê de esses problemas físicos acontecerem, em termos da ação cerebral e assim trabalhar as componentes necessárias para retardar esses acontecimentos, não só com trabalho físico mas também cognitivo e sensorial associado às tarefas físicas.

Deste modo, a neuro Fisioterapia é um modelo onde se utiliza uma complexidade progressiva, através da variação do estímulo, do contexto e da própria tarefa em si. Esta complexidade é atingida através da aplicação de cargas sensoriais, cognitivas e motoras e ainda aumentando a intensidade e a dificuldade das tarefas motoras.

Quer saber se esta fisioterapia é adequada para si? Fale connosco.

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A Fisioterapia retarda a evolução dos sintomas? http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/a-fisioterapia-retarda-a-evolucao-dos-sintomas.html http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/a-fisioterapia-retarda-a-evolucao-dos-sintomas/#respond Fri, 03 Aug 2018 10:58:12 +0000 http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/a-fisioterapia-retarda-a-evolucao-dos-sintomas.html

Como explicado no Post anterior, o tratamento farmacológico não é suficiente. O efeito obtido com a terapia medicamentosa torna-se menos eficaz com a progressão natural da doença, aumentando as dificuldades na funcionalidade e, consequentemente, uma maior necessidade de apoio por parte de outras terapias.

Assim, a Fisioterapia aparece como uma técnica adjuvante à terapia medicamentosa, uma vez que mesmo com uma boa resposta por parte do tratamento farmacológico a doença vai progredindo e os doentes notam uma deterioração progressiva das suas funções.

Desta forma, uma vez que as disfunções do movimento estão no centro da patologia de Parkinson, a Fisioterapia atua sobre os problemas da marcha, da postura, do equilíbrio e das transferências de posição, que normalmente não obtêm uma resposta muito eficaz por parte da medicação.

A Fisioterapia adquire um importante papel na reabilitação destes pacientes, cujo objetivo passa por minimizar e retardar a evolução dos sintomas, proporcionando uma melhor funcionalidade e consequente melhoria da qualidade de vida.

Esta, intervém em seis áreas específicas essenciais: as transferências, a postura, alcançar e agarrar, equilíbrio, marcha e capacidade física.

Dentro destas existem quatro recomendações no seu nível mais alto: a utilização da estratégia das pistas para melhorar a marcha, utilização de estratégias cognitivas de movimento para melhorar as transferências; exercícios para melhorar o equilíbrio e treino da mobilidade articular e força muscular para melhorar a capacidade física.

Conheça a fisioterapia especializada para doentes de Parkinson, aqui.

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Será o tratamento medicamentoso suficiente? http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/sera-o-tratamento-medicamentoso-suficiente.html http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/sera-o-tratamento-medicamentoso-suficiente/#respond Fri, 03 Aug 2018 10:44:20 +0000 http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/sera-o-tratamento-medicamentoso-suficiente.html

Aquando do diagnóstico, inicia-se o processo medicamentoso, mas será este suficiente para combater o impato a nível funcional que a doença de Parkinson atinge?

A DP encontra-se hoje em dia no patamar das doenças neurológicas degenerativas com maior impacto ao nível funcional dos indivíduos.

Devido às características desta patologia, a medicação tem um papel importante, sendo a levodopa, substituto da dopamina, a droga mais utilizada. No entanto, está amplamente documentado que o uso prolongado da terapêutica dopaminérgica embora melhore a função motora, resulta em discinésias e flutuações na resposta motora que são irreversíveis. Assim sendo, os portadores enfrentam uma deterioração implacável na mobilidade e atividades da vida diária (AVD), que podem resultar no acamamento e dependência, em casos extremos.

Atualmente, sabe-se que a fisioterapia é uma estratégia eficaz para atrasar ou inverter o declínio funcional, tendo sido suportada cientificamente comprovada por uma vasta evidência, nos últimos anos. O tratamento da Doença de Parkinson deve ser multidisciplinar, o que inclui a coordenação do tratamento farmacológico com o não farmacológico. Além disso, o exercício físico adequado tem demonstrado uma redução na taxa de mortalidade em indivíduos com DP e, ainda que modestamente, demonstrou um efeito protetor para o risco de DP. Somando ainda o facto de as estimativas sugerirem que há mais de 80% de probabilidade de que a intervenção do exercício seja uma estratégia de custo eficaz em relação ao tratamento usual.

Não é possível curar, mas é possível atrasar ou inverter o declínio funcional. Não deixe que a doença o combata. Seja você a combater a doença e inicie o seu processo de tratamento, aquando do diagnóstico.

Saiba mais sobre a fisioterapia na Doença de Parkinson, aqui.

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Os sintomas mais frequentes na Doença de Parkinson http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/os-sintomas-mais-frequentes-na-doenca-de-parkinson.html http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/os-sintomas-mais-frequentes-na-doenca-de-parkinson/#respond Fri, 03 Aug 2018 10:22:08 +0000 http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/os-sintomas-mais-frequentes-na-doenca-de-parkinson.html

Como dito no Post anterior “Afinal, o que é a doença de Parkinson e a quem afeta?”, quando se ouve falar em Doença de Parkinson, o pensamento foca-se automaticamente nos tremores. No entanto, este não é o único sintoma. Explicamos de seguida os quatro sintomas motores mais frequentes, nesta doença.

Tremor – Também descrito como tremor de repouso. Este, exacerba-se em situações de stress emocional, assim como durante a marcha e no esforço cognitivo. Diminui com movimentos voluntários do segmento afetado e desaparece com o sono.

Rigidez, ou resistência ao movimento passivo, pode ser contínua ou intermitente e não é dependente da velocidade de execução do movimento e apresenta o fenómeno conhecido como “roda dentada”. Esta afeta preferencialmente a musculatura flexora, determinando alterações típicas na postura com flexão do tronco e semiflexão dos membros. Nesta doença o tempo de latência dos reflexos de alongamento está aumentado, contribuindo assim para a rigidez.

Bradicinésia, é representada pela diminuição na velocidade dos movimentos, caracterizada por pobreza de movimentos e lentidão na iniciação e na execução de atos motores voluntários e automáticos.

Instabilidade postural, que é uma das repercussões funcionais que mais afetam os pacientes com DP, por ser de difícil de tratamento e pelas suas consequências, tornando-se muito incapacitante e comprometendo a capacidade de manter o equilíbrio nas atividades funcionais que requerem grande estabilidade postural, tais como: marcha, as transferências (levantar de uma cadeira, rolar na cama), mudar de direção.

Por fim, existem também outros sintomas, do domínio não motor, como a ansiedade, a depressão, o declínio cognitivo, a dor, a fadiga, os problemas de sono e as disfunções autonómicas, como a obstipação e os sintomas urinários.

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Afinal, o que é a doença de Parkinson e a quem afeta? http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/a-doenca-de-parkinson.html http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/a-doenca-de-parkinson/#respond Thu, 02 Aug 2018 11:23:05 +0000 http://prinovhelp.pt/doencadeparkinson/blog/default-post/

Quando se ouve falar em Doença de Parkinson, é comum pensar-se em tremores. A realidade é que este não é o único sintoma e, efetivamente, existem outros sintomas que também afetam as atividades de vida diária.

Esta é a segunda doença neuro degenerativa mais comum nos idosos. Afeta 1 em 100 pessoas à volta dos 60 anos. No entanto, esta pode ser diagnosticada com 40 anos ou menos. Ocorre devido à redução de células da substância nigra, responsáveis pela produção de dopamina, um neurotransmissor envolvido no controlo dos movimentos assim como na aprendizagem, atenção, cognição, memória, entre outros. Assim, os portadores desta doença sofrem de perturbações nestas funções, sendo que os sintomas mais frequentes nesta doença são o tremor, a rigidez, a instabilidade postural e a bradicinésia.

Nas últimas décadas a DP tem sido investigada intensamente sem que a sua causa tenha sido ainda descoberta. Neste momento, a hipótese mais consensual é que a causa da DP não seja única, mas sim multifatorial, reunindo fatores genéticos e fatores tóxicos ambientais.

Embora não haja cura para a doença de Parkinson, existem tratamentos eficazes, cientificamente comprovados. Aqui, o essencial para o sucesso a combater esta doença é o tratamento precoce, logo após o diagnóstico. Os tratamentos, nesta fase, têm uma eficácia superior ao estágios mais avançados.

Conheça aqui os sintomas mais frequentes na doença de Parkinson.

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